Eni Voltolini

Foto de Eni Jose Voltolini
Eni Voltolini
Eni Jose Voltolini (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2026 · último partido PP
76 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
Candidato a 2º Suplente · Santa Catarina · Eleições 2026 · PP · nº 111
Deferido

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eni Voltolini (Eni José Voltolini) disputou 8 eleições entre 1994 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual, deputado federal, vice-governador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1996, para prefeito em Joinville/SC: 85.372 votos. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por SC pelo PP. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SC, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 44 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 57 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 20 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 80 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

14.665 votos em 2010 · 9 eleições

A votação de Eni Jose Voltolini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalGovernadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 130 mil em receitas · R$ 130 mil em gastos contratados

Eni Voltolini declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, e deputado estadual por Santa Catarina em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 44 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 57 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 130 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 20 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 20 mil). Em 2006, R$ 80 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 130 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 130 milcontratados
Gastos em 2006R$ 80 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 130 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 11% · empresas 43% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 130 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 20 mil15,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 17 mil13,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil11,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 58 mil44,7%
2006Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 9% · empresas 80%
Gasto contratado
R$ 80 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil21,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 17 mil21,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil18,4%
  • PessoalR$ 7 mil8,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 905 lançados como "diversas a especificar"R$ 25 mil30,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892