Genivaldo Lievore

Foto de Genivaldo Jose Lievore
Genivaldo Lievore
Genivaldo Jose Lievore (nome civil)
11 eleições entre 1994 e 2020 · PT
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Genivaldo Lievore (Genivaldo José Lievore) disputou 11 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010; vereador de Colatina em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por ES: 24.699 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Colatina/ES, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 202 mil em 2014 e R$ 229 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

2.714 votos em 2020 · 11 eleições

A votação de Genivaldo Jose Lievore em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 114 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos

Genivaldo Lievore declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014, vereador em Colatina (ES) em 2008, e prefeito em Colatina (ES) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2014, R$ 202 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 229 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 114 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 202 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Colatina (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 114 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · pessoas 3% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 79 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 28 mil35,4%
  • Materiais impressosR$ 14 mil18,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil12,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 9 mil11,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 18 mil22,6%
2014Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 202 mil
41 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 15% · empresas 2% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 202 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 72 mil35,7%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil11,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil10,5%
  • Locação de imóveisR$ 19 mil9,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil32,6%
2010Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 229 mil
22 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 43% · empresas 11% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 229 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 75 mil32,8%
  • PessoalR$ 33 mil14,5%
  • Despesas postaisR$ 16 mil7,0%
  • Encargos sociaisR$ 15 mil6,4%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 55 lançados como "diversas a especificar"R$ 90 mil39,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Colatina (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil37,2%
  • Despesas postaisR$ 2 mil11,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6504,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5003,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 596 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil43,0%
2006Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 40% · empresas 8% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil20,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil8,6%
  • Despesas postaisR$ 3 mil7,0%
  • PessoalR$ 3 mil5,8%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil58,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892