- Materiais impressosR$ 2 mil47,0%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2507,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2026,1%
- Outras 1 categoriaR$ 1 mil39,3%
Leidinha (Laides César Proescholdt) disputou 4 eleições entre 2000 e 2008, para vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Baixo Guandu em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por ES: 2.535 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Baixo Guandu/ES, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 de outras campanhas, R$ 760 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 250) e combustíveis e lubrificantes (R$ 202). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Laides Cesar Proescholdt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leidinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Espírito Santo em 2006, e vereadora em Baixo Guandu (ES) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 de outras campanhas, R$ 760 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 250). Em 2006, R$ 9 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.