Marquinhos Assad (Marcus Vinicius Doelinger Assad) disputou 11 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Anchieta em 2012; vereador de Anchieta em 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Anchieta/ES: 8.889 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Anchieta/ES, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 230 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 107 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil), militância e mobilização de rua (R$ 46 mil) e serviços advocatícios (R$ 39 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 151 mil em 2022 (51% com pessoal) e R$ 58 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
7.877 votos em 2024 · 11 eleições
A votação de Marcus Vinicius Doelinger Assad em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 348 mil em receitas · R$ 305 mil em gastos
Marquinhos Assad declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Anchieta (ES) em 2008, deputado estadual por Espírito Santo em 2010 e 2018, prefeito em Anchieta (ES) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por Espírito Santo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 348 mil em receitas: R$ 230 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 107 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 85 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 46 mil). Em 2022, 51% dos R$ 151 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, R$ 58 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 348 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 305 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 151 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 5% · pessoas 48% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1 mil16,6%
PessoalR$ 4145,7%
Outras 5 categoriasR$ 6 mil77,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO511LAnchieta, Espírito Santo · 42 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15555 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA338LAnchieta, Espírito Santo · 38 anos · Superior completo · Advogado · PSD · nº 41601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.