Paulo Guerra

Foto de Paulo de Tarso Magalhães Guerra
Paulo Guerra
Paulo de Tarso Magalhães Guerra (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PDT
68 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Militar Reformado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Guerra (Paulo de Tarso Magalhães Guerra) disputou 6 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Caucaia em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Caucaia/CE: 38.353 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por CE, declarou R$ 194 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 87 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 80 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil), militância e mobilização de rua (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 29 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 122 mil.

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Evolução da votação nas eleições

16.577 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Paulo de Tarso Magalhães Guerra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 194 mil em receitas · R$ 194 mil em gastos contratados

Paulo Guerra declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 194 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 87 mil de doações privadas (28 doadores), R$ 80 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 39 mil). Em 2006, R$ 122 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 194 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 194 milcontratados
Gastos em 2006R$ 122 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 194 mil
28 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · pessoas 45% · empresas 41% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 194 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 63 mil32,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 39 mil20,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil14,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 27 mil13,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil19,0%
2006Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 122 mil
9 doadores pessoas físicas
pessoas 22% · empresas 76% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 122 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 39 mil31,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 11 mil9,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil8,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 39 mil31,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892