Coriolano Sousa Sales

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Coriolano Sousa Sales
7 eleições entre 1994 e 2010 · último partido PSDB
67 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Coriolano Sales (cori) (Coriolano Sousa Sales) disputou 7 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Vitória da Conquista/BA: 56.732 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por BA, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 57% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

4.945 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Coriolano Sousa Sales em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados

Coriolano Sales (cori) declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 50 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2006, 57% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 66 milcontratados
Gastos em 2006R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 75% · pessoas 2% · empresas 2% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 38 mil57,8%
  • Materiais impressosR$ 9 mil13,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil8,3%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil4,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 10 mil15,2%
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 80056,7%
  • PessoalR$ 60542,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 50,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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