Orlandinho (Orlando Peixoto Pereira Filho) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Cruz das Almas em 2016, 2008 e 2004; vereador de Cruz das Almas em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por BA: 20.834 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Cruz das Almas/BA, declarou R$ 347 mil em receitas: R$ 175 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil de outros recursos do partido, R$ 138 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil), serviços contábeis (R$ 44 mil) e publicidade por carros de som (R$ 43 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 281 mil em 2020 e R$ 156 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
9.655 votos em 2024 · 10 eleições
A votação de Orlando Peixoto Pereira Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 347 mil em receitas · R$ 347 mil em gastos
Orlandinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Cruz das Almas (BA) em 2008, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Bahia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 347 mil em receitas: R$ 175 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil de outros recursos do partido, R$ 138 mil de doações privadas (26 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 347 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 84 mil) e serviços contábeis (R$ 44 mil). Em 2020, R$ 281 mil em gastos; em 2016, R$ 156 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 347 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 347 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 281 milcampanha encerrada; tudo pago
partido 5% · pessoas 46% · empresas 32% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 30 mil38,7%
Serviços de terceirosR$ 9 mil11,4%
Outras 7 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil49,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE13.543GBA · 42 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13613 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PV / PMN
Vereador · 2000ELEITO1.126LCruz das Almas, Bahia · 40 anos · Superior completo · Agrônomo · PT · nº 13613 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PMDB / PMN / PPS / PT / PC do B / PDT / PSB
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE6.924GBA · 38 anos · Superior completo · Engenheiro · PT · nº 13147 · ver resultado completo
Coligação: PAN / PT
Prefeito · 1996NÃO ELEITO1.968LCruz das Almas, Bahia · 36 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.