Emanuel Paulo da Silva

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Emanuel Paulo da Silva
6 eleições entre 2000 e 2018 · último partido SOLIDARIEDADE
53 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Serventuário de Justiça
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Dr. Paulo (Emanuel Paulo da Silva) disputou 6 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AL: 17.480 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AL, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 63 mil em 2010 e R$ 27 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

7.437 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Emanuel Paulo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 21 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos

Dr. Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Alagoas em 2006 e 2018, e deputado estadual por Alagoas em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 600 de doações privadas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2010, R$ 63 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 27 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 63 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
pessoas 3% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 21 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil48,9%
  • Materiais impressosR$ 9 mil41,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil6,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 7703,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 860,4%
2010Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 63 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 63 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 20 mil31,8%
  • Materiais impressosR$ 12 mil19,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil11,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil9,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 17 mil27,8%
2006Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas
pessoas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil31,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil15,1%
  • PessoalR$ 4 mil12,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil3,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 10 mil37,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Emanuel Paulo da Silva (Dr. Paulo): candidaturas e votos · Radar do Voto