- Materiais impressosR$ 3 mil41,6%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil22,3%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil36,0%
Professor Luiz Carlos (Luiz Carlos Omena da Silva) disputou 4 eleições entre 2004 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Pilar em 2020, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para vereador em Pilar/AL: 703 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Pilar/AL, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 350 de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 900). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2020 (53% com serviços de terceiros) e R$ 4 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Carlos Omena da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Luiz Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pilar (AL) em 2008, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 350 de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2020, 53% dos R$ 13 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2008, 84% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.