Marcelo Fortes Silveira Cavalcanti

Foto de Marcelo Fortes Silveira Cavalcanti
Marcelo Fortes Silveira Cavalcanti
4 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PSB
66 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Marcelo Fortes (Marcelo Fortes Silveira Cavalcanti) disputou 4 eleições entre 2004 e 2024, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Pilar/AL: 626 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Pilar/AL, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), baixa de estimáveis - locação/cessão de bens móveis (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 63% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

203 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Marcelo Fortes Silveira Cavalcanti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 15 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Marcelo Fortes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pilar (AL) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e baixa de estimáveis - locação/cessão de bens móveis (R$ 1 mil). Em 2008, 63% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Pilar (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, Pilar (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · empresas 20% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil60,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil39,1%
2008Vereador, Pilar (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 76% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5708,5%
  • Materiais impressosR$ 5708,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 227 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil83,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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