5 eleições entre 1986 e 2010 · último partido PMDB
65 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Senador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Leomar Quintanilha (Leomar de Melo Quintanilha) disputou 5 eleições entre 1986 e 2010, para deputado federal, governador, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2002 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por TO: 309.002 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por TO, declarou R$ 885 mil em receitas: R$ 283 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 550 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 885 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 294 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 134 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 90 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 151 mil, 45% com combustíveis e lubrificantes.
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Evolução da votação nas eleições
15.938 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Leomar de Melo Quintanilha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 885 mil em receitas · R$ 885 mil em gastos contratados
Leomar Quintanilha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Tocantins em 2006, e deputado federal por Tocantins em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 885 mil em receitas: R$ 283 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 550 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 885 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 294 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 134 mil). Em 2006, 45% dos R$ 151 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2010R$ 885 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 885 milcontratados
Gastos em 2006R$ 151 milcontratados, campanha encerrada
Outras 2 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil8,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1994ELEITO157.360GTO · 49 anos · Superior completo · Agropecuarista · PPR · nº 112 · ver resultado completoSenado Federal
Deputado Estadual · 1986SUPLENTE7.505GGO · 41 anos · PDC · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.