- Publicidade por carros de somR$ 64 mil3,0%
- PessoalR$ 54 mil2,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil1,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 17 mil0,8%
- Outras 10 categoriasR$ 2 milhões92,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Ribeiro (João Batista de Jesus Ribeiro) disputou 6 eleições entre 1986 e 2010, para senador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2010 e 2002; deputado federal em 1998 e 1994; deputado estadual em 1986. A maior votação foi em 2010, para senador por TO: 375.090 votos. Na campanha de 2010 para senador por TO, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 202 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 64 mil), pessoal (R$ 54 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Batista de Jesus Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Ribeiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Tocantins em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão de outras campanhas, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 202 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 64 mil) e pessoal (R$ 54 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.