- Materiais impressosR$ 23 mil35,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil28,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15 mil23,5%
- Publicidade por carros de somR$ 6 mil9,4%
- Outras 2 categoriasR$ 1 mil2,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valadares (Antônio Carlos Valadares) disputou 11 eleições entre 1970 e 2022, para deputado estadual, senador, prefeito, governador e deputado federal. Ele foi eleito 7 vezes: senador em 2010, 2002 e 1994; governador em 1986; deputado federal em 1978; deputado estadual em 1974 e 1970. A maior votação foi em 2010, para senador por SE: 476.549 votos. No Senado Federal, teve R$ 54,9 milhões empenhados em 46 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 80 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SE, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 49 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 652 mil em 2018 e R$ 615 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Carlos Valadares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valadares declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Sergipe em 2010 e 2018, e deputado estadual por Sergipe em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 100 mil em receitas: R$ 49 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 46 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil). Em 2018, R$ 652 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 615 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Valadares teve R$ 54,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 46 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 80 municípios. Já foram pagos R$ 50,3 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Aracaju, Simão Dias e Salvador.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,2 milhões | R$ 13,1 milhões | 92% | 15 | 30 |
| 2018 | R$ 14,6 milhões | R$ 13,5 milhões | 93% | 14 | 37 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,1 milhões | 89% | 8 | 41 |
| 2016 | R$ 13,6 milhões | R$ 12,4 milhões | 92% | 9 | 22 |
| Total | R$ 54,9 milhões | R$ 50,1 milhões | 91% | 46 | 80 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.