- Militância e mobilização de ruaR$ 212 mil26,8%
- Serviços de terceirosR$ 117 mil14,8%
- Materiais impressosR$ 108 mil13,6%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil3,8%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 324 mil41,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valmir Comin (Valmir Francisco Comin) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 32.730 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 802 mil em receitas: R$ 790 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 69 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 790 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 212 mil), serviços de terceiros (R$ 117 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 108 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 635 mil em 2018 (51% com pessoal) e R$ 417 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valmir Francisco Comin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valmir Comin declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010, 2014 e 2018, e deputado federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 802 mil em receitas: R$ 790 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 69 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 790 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 212 mil) e serviços de terceiros (R$ 117 mil). Em 2018, 51% dos R$ 635 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, R$ 417 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.