6 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PROS
58 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico Guerra (Francisco de Sales Guerra Neto) disputou 6 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RR: 5.832 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RR, declarou R$ 306 mil em receitas: R$ 103 mil de outros recursos do partido, R$ 62 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 103 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil) e pessoal (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 269 mil em 2010 e R$ 176 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
5.832 votos em 2014 (eleito) · 6 eleições
A votação de Francisco de Sales Guerra Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 306 mil em receitas · R$ 305 mil em gastos contratados
Chico Guerra declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Roraima em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 306 mil em receitas: R$ 103 mil de outros recursos do partido, R$ 62 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 141 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 305 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 103 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 56 mil). Em 2010, R$ 269 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 176 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 306 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 305 milcontratados
Gastos em 2010R$ 269 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 16% · pessoas 43% · empresas 34% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 176 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil19,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil9,1%
Materiais impressosR$ 11 mil6,0%
PessoalR$ 7 mil4,2%
Outras 15 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 108 mil61,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO3.010GRR · 46 anos · Superior incompleto · Antropologo · PFL · nº 25188 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PSL / PL
Deputado Estadual · 1998ELEITO2.708GRR · 42 anos · Ensino médio completo · PPB · nº 11188 · ver resultado completo
Coligação: PL / PPB
Deputado Estadual · 1994ELEITO1.620GRR · 38 anos · Ensino médio completo · PTB · nº 14188 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.