Leleco de Costa Barros

Foto de Claudine Ferreira de Souza
Leleco de Costa Barros
Claudine Ferreira de Souza (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2026 · último partido PSD
66 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio incompleto
Empresário
Candidato a Deputado Estadual · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · PSD · nº 55900
redes informadas ao TSE

Leleco de Costa Barros (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 2.088 votos, pelo resultado oficial do TSE. Leleco de Costa Barros (Claudiné Ferreira de Souza) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para vereador em Rio de Janeiro/RJ: 7.279 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 500) e serviços contábeis (R$ 500). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.088 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Claudine Ferreira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Leleco de Costa Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 500) e serviços contábeis (R$ 500). Em 2008, R$ 4 mil em gastos contratados.

Gastos em 2022R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2022, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2026parcialDeputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2022Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 50050,0%
  • Serviços contábeisR$ 50050,0%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 66% · empresas 33% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892