Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Teresa Bergher (Maria Teresa Bergher) disputou 8 eleições entre 2002 e 2024, para vice-prefeita, vereadora, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 5 vezes: vereadora de Rio de Janeiro em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por RJ: 37.366 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 288 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 144 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 276 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 60 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 51 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 339 mil em 2018 (49% com serviços de terceiros) e R$ 269 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
21.131 votos em 2020 (eleita) · 8 eleições
A votação de Maria Teresa Bergher em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 288 mil em receitas · R$ 276 mil em gastos
Teresa Bergher declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputada federal por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 288 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 144 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 276 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 60 mil). Em 2018, 49% dos R$ 339 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, 49% dos R$ 269 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 288 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 276 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 339 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 3% · pessoas 4% · empresas 85% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 195 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 109 mil55,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil12,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil6,9%
PessoalR$ 13 mil6,6%
Outras 7 categoriasinclui R$ 265 lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil18,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2024NÃO ELEITO74.996LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 76 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PP · nº 11 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2020ELEITO21.131LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 72 anos · Branca · Superior completo · Vereador · CIDADANIA · nº 23245 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018SUPLENTE37.366GRJ · 70 anos · Branca · Superior incompleto · Vereador · PSDB · nº 4525 · ver resultado completo
Vereador · 2016ELEITO30.566LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 68 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PSDB · nº 45245 · ver resultado completo
Vereador · 2012ELEITO27.344LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 64 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PSDB · nº 45245 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008ELEITO31.375LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 60 anos · Superior completo · Vereador · PSDB · nº 45245 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO29.346LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 56 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PFL · nº 25645 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE23.464GRJ · 54 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PFL · nº 25645 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB / PSDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.