Márcio de Castro

Foto de Márcio de Castro Cordeiro
Márcio de Castro
Márcio de Castro Cordeiro (nome civil)
3 eleições entre 2002 e 2012 · último partido DEM
40 anos em 2012 · Masculino · Ensino fundamental completo
Auxiliar de Escritório e Assemelhados

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Márcio de Castro (Márcio de Castro Cordeiro) disputou 3 eleições entre 2002 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 1.777 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 505 de outras campanhas, R$ 50 de doações privadas e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil.

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Evolução da votação nas eleições

977 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Márcio de Castro Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Márcio de Castro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 505 de outras campanhas, R$ 50 de doações privadas e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 2% · empresas 78%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil60,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil39,2%
2008Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 33% · pessoas 30% · empresas 35% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil30,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1161,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 7 mil68,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892