Aquino do Papa

Foto de Carlos Antonio Oliveira de Aquino
Aquino do Papa
Carlos Antonio Oliveira de Aquino (nome civil)
14 eleições entre 1998 e 2026 · último partido PODE
63 anos em 2026 · Masculino · Ensino médio completo
Policial Militar
Candidato a Deputado Federal · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · PODE · nº 2001
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Aquino do Papa (PODE) teve 590 votos para deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Aquino do Papa (Carlos Antônio Oliveira de Aquino) disputou 14 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 9.073 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 32 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2024 (94% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 22 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

590 votos em 2026 · 14 eleições

A votação de Carlos Antonio Oliveira de Aquino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 32 mil em receitas

Aquino do Papa declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, vereador em Araruama (RJ) em 2012, 2016 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 32 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2024, 94% dos R$ 12 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2022, 56% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 32 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2024R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2010 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Vereador, Araruama (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
FEFC 64% · partido e outras campanhas 23% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil94,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 7105,9%
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 22 mil
pago: R$ 15 mil (70%)
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil55,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil27,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,7%
  • PessoalR$ 1 mil4,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil4,7%
Ver as 4 campanhas anteriores
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil40,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 90030,0%
  • Materiais impressosR$ 82227,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 782,6%
2016Vereador, Araruama (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 506
doações de pessoas
pessoas 20% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 506
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 40680,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10019,8%
2012Vereador, Araruama (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil49,8%
  • Materiais impressosR$ 89028,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70022,1%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 600
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30050,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 30050,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

14 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892