Valentim

Foto de José Eduardo Valentim
Valentim
José Eduardo Valentim (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PODE
74 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Valentim (José Eduardo Valentim) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Nova Friburgo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 6.133 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Nova Friburgo/RJ, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 913 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2020 e R$ 14 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

318 votos em 2024 · 10 eleições

A votação de José Eduardo Valentim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 18 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos

Valentim declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Nova Friburgo (RJ) em 2008, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 913 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil). Em 2020, R$ 10 mil em gastos; em 2016, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 52% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil36,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil35,5%
  • PessoalR$ 2 mil13,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil8,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 9215,3%
2020Vereador, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil35,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil27,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil12,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil10,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil15,0%
2016Vereador, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 42% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil35,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil23,8%
  • PessoalR$ 2 mil16,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil14,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 415 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil9,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 47% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil34,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 6 mil20,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil15,2%
2008Vereador, Nova Friburgo (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 47% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil14,0%
  • Despesas postaisR$ 981,1%
  • Materiais de expedienteR$ 240,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil69,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892