Sérgio Ricardo Verde Potiguara

Foto de Sergio Ricardo de Lima
Sérgio Ricardo Verde Potiguara
Sergio Ricardo de Lima (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2020 · último partido PSOL
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Ricardo Verde Potiguara (Sérgio Ricardo de Lima) disputou 5 eleições entre 2002 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 3.024 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2018 (56% com publicidade por materiais impressos) e R$ 3 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1.326 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Sergio Ricardo de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 16 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos

Sérgio Ricardo Verde Potiguara declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2018, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com pessoal (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2018, 56% dos R$ 9 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 9 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32006, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
17 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 15% · pessoas 76% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 13 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 5 mil40,5%
  • Materiais impressosR$ 4 mil31,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil23,8%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 4913,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 500,4%
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
14 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 21% · pessoas 79% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 9 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil55,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil29,9%
  • AlimentaçãoR$ 6187,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3003,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 3724,2%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892