Roberto Dinamite

Foto de Carlos Roberto Dinamite de Oliveira
Roberto Dinamite
Carlos Roberto Dinamite de Oliveira (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2022 · último partido MDB
68 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Roberto Dinamite (Carlos Roberto Dinamite de Oliveira) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 53.172 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 386 de outros recursos do partido e R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 e R$ 107 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.995 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Carlos Roberto Dinamite de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos

Roberto Dinamite declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 386 de outros recursos do partido e R$ 18 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 18 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 107 mil em gastos contratados.

Gastos em 2020R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 98%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil30,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil16,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil11,1%
  • Serviços contábeisR$ 1 mil5,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil36,4%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 23% · pessoas 77%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil36,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil19,7%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil19,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil16,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil8,1%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 31% · pessoas 42% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 40 mil37,7%
  • Materiais impressosR$ 25 mil23,6%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil14,0%
  • PessoalR$ 11 mil10,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 15 mil14,3%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 142 mil
84 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 68% · empresas 18% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil15,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil7,4%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5 mil3,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil2,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 102 mil71,8%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 178 mil
77 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 33% · empresas 37% · próprios 6% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 178 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil17,4%
  • Despesas postaisR$ 23 mil13,1%
  • PessoalR$ 12 mil7,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil3,5%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 105 mil59,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892