- PessoalR$ 708 mil69,1%
- Publicidade por adesivosR$ 96 mil9,4%
- Materiais impressosR$ 69 mil6,7%
- Serviços contábeisR$ 40 mil3,9%
- Outras 8 categoriasR$ 112 mil10,9%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal pelo Rio de Janeiro, Ricardo Abrão (PSDB) teve 63.730 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Ricardo Abrão (Ricardo Martins David) disputou 6 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2010 e 2002. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 63.730 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 39,1 milhões empenhados em 12 emendas individuais ao orçamento de 2026, para 8 municípios; 73% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 880 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 318 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 708 mil), publicidade por adesivos (R$ 96 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 69 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2022 (43% com serviços de terceiros) e R$ 600 em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ricardo Martins David em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ricardo Abrão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 880 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 318 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 708 mil) e publicidade por adesivos (R$ 96 mil); R$ 323 mil já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, 100% dos R$ 600 em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Ricardo Abrão teve R$ 39,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 12 emendas individuais ao orçamento de 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 8 municípios. Já foram pagos R$ 28,5 milhões (73%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (61%). As cidades que mais receberam foram Duque de Caxias, Rio de Janeiro e Nilópolis.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 39 milhões | R$ 28,2 milhões | 72% | 12 | 8 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.