Renato Barbosa

Renato Barbosa
Renato Barbosa Gomes (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PT
43 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Renato Barbosa (Renato Barbosa Gomes) disputou 6 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Campos em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 12.628 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Campos/RJ, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.547 votos em 2008 (eleito) · 6 eleições

A votação de Renato Barbosa Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 30 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados

Renato Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em Campos (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Em 2006, R$ 29 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 29 milcontratados
Gastos em 2006R$ 29 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Campos (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 46% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil37,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil19,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil15,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil10,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil16,8%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
sem doações de pessoas
empresas 44% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 9 mil29,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil16,6%
  • Despesas postaisR$ 3 mil8,5%
  • Materiais impressosR$ 1 mil4,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 12 mil40,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892