- Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil26,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 32 mil23,2%
- Materiais impressosR$ 13 mil9,2%
- Publicidade por adesivosR$ 12 mil8,5%
- Outras 8 categoriasR$ 44 mil32,2%
Nilton Salomão (PSB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 8.199 votos, pelo resultado oficial do TSE. Nilton Salomão (Nilton Wilson Salomão) disputou 12 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2010 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RJ: 31.249 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 63 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 51 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 394 mil em 2022 (48% com pessoal) e R$ 411 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nilton Wilson Salomão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nilton Salomão declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014 e 2026, prefeito em Teresópolis (RJ) em 2012 e 2016, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 139 mil em receitas: R$ 63 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 51 mil de doações privadas (12 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 136 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 37 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil); R$ 136 mil já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 394 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 50% dos R$ 411 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.