Jorginho da S.o.s

Foto de Jorge João Silva
Jorginho da S.o.s
Jorge João Silva (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PRB
65 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante

Jorginho da S.o.s (Jorge João Silva) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio de Janeiro em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 28.597 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 40 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 42 mil em 2016 e R$ 151 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

8.513 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Jorge João Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 61 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos contratados

Jorginho da S.o.s declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2018, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 40 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Em 2016, R$ 42 mil em gastos contratados; em 2012, 47% dos R$ 151 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 61 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 45 milcontratados
Gastos em 2016R$ 42 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
sem doações de pessoas
FEFC 29% · Fundo Partidário 66% · partido e outras campanhas 5%
Gasto contratado
R$ 45 mil
pago: R$ 40 mil (89%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 40 mil88,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil6,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil4,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 2790,6%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 55% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil38,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil22,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil8,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil7,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil24,5%
2012Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 256 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 77% · pessoas 8% · empresas 8% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 151 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 71 mil46,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 39 mil26,1%
  • Locação de imóveisR$ 22 mil14,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil8,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 7 mil4,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
42 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 87% · empresas 2% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 119 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 37 mil31,0%
  • PessoalR$ 16 mil13,5%
  • Despesas postaisR$ 4 mil3,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil2,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 59 mil49,4%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 40% · empresas 43% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil23,1%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil18,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil11,4%
  • Materiais de expedienteR$ 3 mil7,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 14 mil40,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892