- PessoalR$ 69 mil27,2%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 67 mil26,2%
- Materiais impressosR$ 33 mil12,9%
- Serviços de terceirosR$ 32 mil12,5%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 54 mil21,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cidinha Campos (Maria Aparecida Campos Straus) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputada estadual, vice-prefeita e deputada federal. Ela foi eleita 6 vezes: deputada estadual em 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; deputada federal em 1994. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RJ: 89.553 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 85 mil de doações privadas (97 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 67 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,5 milhão em 2014 e R$ 537 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Aparecida Campos Straus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cidinha Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas, R$ 85 mil de doações privadas (97 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 67 mil). Em 2014, R$ 1,5 milhão em gastos contratados; em 2010, 41% dos R$ 537 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.