Aurélio

Foto de Aurélio Gonçalves Marques
Aurélio
Aurélio Gonçalves Marques (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2012 · último partido PMDB
55 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Aurélio (Aurélio Gonçalves Marques) disputou 7 eleições entre 1994 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002; vice-prefeito de Angra dos Reis em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 35.913 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 42 mil de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 183 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 297 mil, principalmente com pessoal (R$ 127 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 43 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 25 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 121 mil.

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Evolução da votação nas eleições

19.926 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Aurélio Gonçalves Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 297 mil em receitas · R$ 297 mil em gastos contratados

Aurélio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 297 mil em receitas: R$ 42 mil de outras campanhas, R$ 70 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 183 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 297 mil, principalmente com pessoal (R$ 127 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 43 mil). Em 2006, R$ 121 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 297 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 297 milcontratados
Gastos em 2006R$ 121 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 297 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 23% · empresas 61% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 297 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 127 mil42,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 43 mil14,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil8,5%
  • Locação de imóveisR$ 18 mil6,1%
  • Outras 9 categoriasR$ 84 mil28,1%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 122 mil
34 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 22% · empresas 55% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 121 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43 mil35,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil11,2%
  • PessoalR$ 10 mil8,2%
  • TelefoneR$ 7 mil5,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil39,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892