Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho (nome civil)
7 eleições entre 1986 e 2010 · último partido PMDB
47 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Governador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sergio Cabral (Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho) disputou 7 eleições entre 1986 e 2010, para governador, senador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: governador em 2010 e 2006; senador em 2002; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para governador por RJ: 5.217.972 votos. Na campanha de 2010 para governador por RJ, declarou R$ 20,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outras campanhas, R$ 760 mil de doações privadas e R$ 17,8 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 20,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6,3 milhões), pessoal (R$ 3,9 milhões) e cessão ou locação de veículos (R$ 1,7 milhão). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9,7 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
5.217.972 votos em 2010 (eleito) · 7 eleições
A votação de Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 20,7 milhões em receitas · R$ 20,7 milhões em gastos contratados
Sergio Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Rio de Janeiro em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 20,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões de outras campanhas, R$ 760 mil de doações privadas e R$ 17,8 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 20,7 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6,3 milhões) e pessoal (R$ 3,9 milhões). Em 2006, R$ 9,7 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 20,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 20,7 milhõescontratados
Gastos em 2006R$ 9,7 milhõescontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,3 milhões23,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2,2 milhões22,9%
Materiais impressosR$ 1,5 milhão15,2%
PessoalR$ 1 milhão10,3%
Outras 16 categoriasinclui R$ 458 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,7 milhões28,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998ELEITO378.242GRJ · 35 anos · Superior completo · Jornalista · PSDB · nº 45277 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSDB
Prefeito · 19962º turnoNÃO ELEITO1.055.993LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 33 anos · Superior completo · Jornalista · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 19961º turnoAO 2º TURNO729.611LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 33 anos · Superior completo · Jornalista · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO124.997GRJ · 31 anos · Superior completo · Jornalista · PSDB · nº 45277 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1986SUPLENTE7.653GRJ · 23 anos · PMDB · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.