- Materiais impressosR$ 2 mil74,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 37317,7%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 924,3%
- Publicidade por adesivosR$ 803,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nico Valim - Valim (Antonio Ribeiro Valim Neto) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PR: 1.598 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Apucarana/PR, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 323 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 790 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 373) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 92). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2008 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 500 em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Ribeiro Valim Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nico Valim - Valim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, e vereador em Apucarana (PR) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 323 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas e R$ 790 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 373). Em 2008, 44% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 90% dos R$ 500 em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.