67 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dirceu Vieira de Paula disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Assis Chateaubriand em 2020, 2016, 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Assis Chateaubriand/PR: 933 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Assis Chateaubriand/PR, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 425 de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 800). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2016 e R$ 16 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
581 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições
A votação de Dirceu Vieira de Paula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 21 mil em receitas · R$ 17 mil em gastos
Dirceu Vieira de Paula declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Assis Chateaubriand (PR) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 425 de outros recursos do partido, R$ 15 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 12 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 20 mil em gastos contratados; em 2012, 50% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Receitas em 2020R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE12GPR · 49 anos · Ensino médio completo · Tecnico Contabilidade, Estatistica, Economia Domestica e Administracao · PSC · nº 20500 · ver resultado completo
Coligação: PSC / PST
Vereador · 2000SUPLENTE498LAssis Chateaubriand, Paraná · 47 anos · Ensino médio completo · Técnico de Contabilidade e de Estatística · PMDB · nº 15678 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PSD
Vereador · 1996ELEITO611LAssis Chateaubriand, Paraná · 43 anos · PMDB · nº 15611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.