- Serviços de terceirosR$ 189 mil51,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 164 mil44,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil2,1%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil1,0%
- Outras 1 categoriaR$ 1 mil0,4%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputado federal pelo Paraná, Tulio Bandeira (PSDB) teve 3.504 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Tulio Bandeira (Tulio Marcelo Denig Bandeira) disputou 4 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, prefeito, governador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para governador por PR: 13.700 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 366 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 189 mil), militância e mobilização de rua (R$ 164 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 122 mil em 2016 e R$ 250 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Tulio Marcelo Denig Bandeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tulio Bandeira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Paraná em 2014, prefeito em Foz do Iguaçu (PR) em 2016, e deputado federal por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 366 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 189 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 164 mil); R$ 8 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 122 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 250 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.