Ede Pukanski

Foto de Edemilson Siqueira Pukanski
Ede Pukanski
Edemilson Siqueira Pukanski (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PHS
59 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Odontólogo

Ede Pukanski (Edemilson Siqueira Pukanski) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Telêmaco Borba em 2008; vereador de Telêmaco Borba em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PR: 8.909 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Telêmaco Borba/PR, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 636), publicidade por materiais impressos (R$ 540) e publicidade por adesivos (R$ 495). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 55 mil, 45% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

345 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Edemilson Siqueira Pukanski em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Ede Pukanski declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Telêmaco Borba (PR) em 2012, e vereador em Telêmaco Borba (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 250 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 636) e publicidade por materiais impressos (R$ 540). Em 2012, 45% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2016R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados
Gastos em 2012R$ 55 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Telêmaco Borba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 63632,6%
  • Materiais impressosR$ 54027,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 49525,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1839,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 964,9%
2012Prefeito, Telêmaco Borba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 69 mil
20 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 32% · empresas 54% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil45,1%
  • Materiais impressosR$ 16 mil28,9%
  • AlimentaçãoR$ 4 mil6,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,6%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil13,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892