- Serviços de terceirosR$ 15 mil52,7%
- Materiais de expedienteR$ 6 mil21,1%
- Serviços advocatíciosR$ 3 mil10,9%
- Materiais impressosR$ 2 mil8,0%
- Outras 1 categoriaR$ 2 mil7,3%

Segundo o Radar do Voto, Carlos Moraes (CIDADANIA) teve 216 votos para deputado federal pelo Paraná em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Moraes (Carlos Roberto de Moraes) disputou 5 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PR: 18.160 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PR, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 165 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), materiais de expediente (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 45 mil em 2020 e R$ 99 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Roberto de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Curitiba (PR) em 2012, deputado federal por Paraná em 2018 e 2026, e prefeito em Cascavel (PR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 165 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil) e materiais de expediente (R$ 6 mil); R$ 27 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 45 mil em gastos; em 2018, 72% dos R$ 99 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.