Zé Maria

Foto de Jose Maria Alves Pereira
Zé Maria
Jose Maria Alves Pereira (nome civil)
9 eleições entre 2000 e 2016 · último partido SD
58 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Maria (José Maria Alves Pereira) disputou 9 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Curitiba em 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PR: 19.288 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 684 de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 171 mil em 2014 (58% com serviços de terceiros) e R$ 42 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.496 votos em 2016 · 9 eleições

A votação de Jose Maria Alves Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 35 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos contratados

Zé Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 35 mil em receitas: R$ 684 de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2014, 58% dos R$ 171 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, R$ 42 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 35 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 35 milcontratados
Gastos em 2014R$ 171 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 61% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 17 mil47,7%
  • Materiais impressosR$ 15 mil44,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9702,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 7682,2%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 171 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 20% · empresas 19% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 171 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 100 mil58,5%
  • Materiais impressosR$ 39 mil22,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil14,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil1,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil2,9%
2012Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 85 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 57% · empresas 26% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil36,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil24,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil22,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil6,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil9,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 220 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 83% · pessoas 7% · empresas 5% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 220 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 136 mil62,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 22 mil10,0%
  • Materiais impressosR$ 21 mil9,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil3,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 32 mil14,6%
2008Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 50% · empresas 33% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil32,4%
  • PessoalR$ 9 mil15,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 6 mil10,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil8,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 20 mil33,9%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
doações de pessoas
pessoas 7% · empresas 84% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 26 mil34,4%
  • PessoalR$ 16 mil21,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 14 mil18,3%
  • AlimentaçãoR$ 10 mil13,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 9 mil12,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892