Luiz Carlos Martins

Foto de Luiz Carlos Martins Gonçalves
Luiz Carlos Martins
Luiz Carlos Martins Gonçalves (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PP
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Carlos Martins (Luiz Carlos Martins Gonçalves) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2006, 2002 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 54.520 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PR, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 349 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 68 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 250 mil em 2018 (55% com publicidade por materiais impressos) e R$ 386 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

24.544 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Luiz Carlos Martins Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 126 mil em receitas · R$ 121 mil em gastos

Luiz Carlos Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 126 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 349 do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 68 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil). Em 2018, 55% dos R$ 250 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 46% dos R$ 386 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 126 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 121 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 250 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 126 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 79% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 4% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 121 mil
tudo pago (100%)
  • Correspondências e despesas postaisR$ 68 mil56,2%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 16 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil11,9%
  • Serviços contábeisR$ 10 mil8,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 13 mil10,4%
2018Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 255 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · Fundo Partidário 39% · pessoas 2% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 250 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 139 mil55,5%
  • PessoalR$ 60 mil24,1%
  • Serviços de terceirosR$ 21 mil8,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil3,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil9,1%
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 386 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 386 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 179 mil46,5%
  • Materiais impressosR$ 86 mil22,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 36 mil9,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 35 mil9,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 50 mil12,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 366 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 3% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 366 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 218 mil59,5%
  • Materiais impressosR$ 39 mil10,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil1,7%
  • TelefoneR$ 4 mil1,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 99 mil27,1%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 230 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 9% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 230 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 51 mil22,2%
  • Materiais impressosR$ 51 mil22,0%
  • Despesas postaisR$ 42 mil18,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil9,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil27,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892