Anibelli

Foto de Antonio Martins Annibelli
Anibelli
Antonio Martins Annibelli (nome civil)
5 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PMDB
71 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Pecuarista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Anibelli (Antonio Martins Annibelli) disputou 5 eleições entre 1994 e 2014, para 1º suplente e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 65.624 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por PR, declarou R$ 379 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 69 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 143 mil de empresas e R$ 162 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 379 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 169 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 56 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 42 mil).

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Evolução da votação nas eleições

65.624 votos em 2006 (eleito) · 5 eleições

A votação de Antonio Martins Annibelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 379 mil em receitas · R$ 379 mil em gastos contratados

Anibelli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 379 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 69 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 143 mil de empresas e R$ 162 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 379 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 169 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 56 mil).

Receitas em 2006R$ 379 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 379 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 379 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 18% · empresas 38% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 379 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 169 mil44,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 56 mil14,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 42 mil11,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 38 mil10,0%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 74 mil19,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892