Luciano Pizzatto

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Luciano Pizzatto
8 eleições entre 1986 e 2016 · último partido PRTB
59 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luciano Pizzatto disputou 8 eleições entre 1986 e 2016, para vice-prefeito, deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2002, para senador por PR: 899.998 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PR, declarou R$ 361 mil em receitas: R$ 136 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (24 doadores), R$ 176 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 361 mil, principalmente com pessoal (R$ 74 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 31 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 466 mil.

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Evolução da votação nas eleições

33.900 votos em 2010 · 8 eleições

A votação de Luciano Pizzatto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 361 mil em receitas · R$ 361 mil em gastos contratados

Luciano Pizzatto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Paraná em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 361 mil em receitas: R$ 136 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 45 mil de doações privadas (24 doadores), R$ 176 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 361 mil, principalmente com pessoal (R$ 74 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil). Em 2006, R$ 466 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 361 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 361 milcontratados
Gastos em 2006R$ 466 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 361 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 13% · empresas 49% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 361 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 74 mil20,6%
  • Materiais impressosR$ 72 mil19,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil8,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 20 mil5,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 104 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 163 mil45,3%
2006Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 466 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 1% · empresas 49% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 466 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 142 mil30,5%
  • PessoalR$ 89 mil19,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil11,9%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 26 mil5,5%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 153 mil32,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1990, 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892