Antonio Manoel Gayoso

Foto de Antonio Manoel Gayoso e Almendra Castelo Branco Filho
Antonio Manoel Gayoso
Antonio Manoel Gayoso e Almendra Castelo Branco Filho (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSD
62 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antonio Manoel Gayoso (Antonio Manoel Gayoso e Almendra Castelo Branco Filho) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campo Maior em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PI: 4.231 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Campo Maior/PI, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 300) e combustíveis e lubrificantes (R$ 220). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 66% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

442 votos em 2012 · 5 eleições

A votação de Antonio Manoel Gayoso e Almendra Castelo Branco Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Antonio Manoel Gayoso declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campo Maior (PI) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 300). Em 2008, 66% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2012R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Campo Maior (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
pessoas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil93,2%
  • Materiais impressosR$ 3003,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2202,9%
2008Vereador, Campo Maior (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil65,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 99532,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 481,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 7 doados a outros candidatos e partidosR$ 70,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892