- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil31,3%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil24,3%
- Serviços contábeisR$ 30 mil24,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 13 mil10,1%
- Outras 3 categoriasR$ 12 mil10,0%
Segundo o Radar do Voto, Mauro Tapety (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Piauí em 2026, com 3.010 votos, pelo resultado oficial do TSE. Mauro Tapety (Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety) disputou 7 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PI: 24.348 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PI, declarou R$ 242 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil), serviços advocatícios (R$ 30 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 307 mil em 2014 (79% com cessão ou locação de veículos) e R$ 211 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauro Expedito Reis de Freitas Tapety em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauro Tapety declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, 2010, 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 242 mil em receitas: R$ 236 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 124 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil); R$ 72 mil já foram pagos. Em 2014, 79% dos R$ 307 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2010, R$ 211 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.