- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil24,5%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 35 mil17,3%
- Materiais impressosR$ 33 mil16,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 26 mil12,5%
- Outras 6 categoriasR$ 61 mil29,7%

Segundo o Radar do Voto, Raimundo Pimentel (PSD) ficou como suplente de deputado estadual por Pernambuco em 2026, com 30.225 votos, pelo resultado oficial do TSE. Raimundo Pimentel (José Raimundo Pimentel do Espírito Santo) disputou 7 eleições entre 1998 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Araripina em 2020 e 2016; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 45.286 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PE, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 315 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil), pesquisas ou testes eleitorais (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 185 mil em 2020 e R$ 218 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Raimundo Pimentel do Espírito Santo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Raimundo Pimentel declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, 2010 e 2026, e prefeito em Araripina (PE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 315 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 204 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 35 mil); R$ 204 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 185 mil em gastos; em 2016, R$ 218 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.