- Materiais impressosR$ 119 mil51,9%
- Serviços contábeisR$ 7 mil3,1%
- Serviços advocatíciosR$ 3 mil1,3%
- Outras 1 categoriainclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 100 mil43,7%

Segundo o Radar do Voto, Israel Guerra (PP) ficou como suplente de deputado federal por Pernambuco em 2026, com 5.119 votos, pelo resultado oficial do TSE. Israel Guerra (Israel Dourado Guerra Filho) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por PE: 23.620 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PE, declarou R$ 229 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 229 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 119 mil), serviços contábeis (R$ 7 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 mil em 2018 (74% com serviços de terceiros) e R$ 32 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Israel Dourado Guerra Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Israel Guerra declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Recife (PE) em 2008, prefeito em Arcoverde (PE) em 2012, deputado estadual por Pernambuco em 2018, e deputado federal por Pernambuco em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 229 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 229 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 119 mil) e serviços contábeis (R$ 7 mil); R$ 200 mil já foram pagos. Em 2018, 74% dos R$ 14 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2012, 45% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com eventos de promoção da candidatura. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.