Zé Aldemir (PP) ficou como suplente de deputado estadual pela Paraíba em 2026, com 18.691 votos, pelo resultado oficial do TSE. Zé Aldemir (José Aldemir Meireles de Almeida) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Cajazeiras em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014, 2010, 2006 e 2002; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PB: 39.310 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PB, declarou R$ 200 mil em receitas, de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 157 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 54 mil), serviços advocatícios (R$ 45 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 325 mil em 2020 e R$ 214 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
18.691 votos em 2026 · 9 eleições
A votação de José Aldemir Meireles de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 200 mil em receitas · R$ 157 mil em gastos contratados
Zé Aldemir declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006, 2010, 2014 e 2026, e prefeito em Cajazeiras (PB) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 200 mil em receitas, de doações privadas (18 doadores). Os gastos contratados somam R$ 157 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 54 mil) e serviços advocatícios (R$ 45 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, R$ 325 mil em gastos; em 2016, R$ 214 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Receitas em 2026R$ 200 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 157 milcontratados, parcial; R$ 0 pagos
Gastos em 2020R$ 325 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 1% · pessoas 28% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 151 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 85 mil56,3%
Materiais impressosR$ 11 mil7,3%
Serviços de terceirosR$ 5 mil3,0%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil1,3%
Outras 7 categoriasinclui R$ 619 lançados como "diversas a especificar"R$ 49 mil32,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA32.657GPB · 48 anos · Superior completo · Medico · PMDB · nº 1550 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.