- Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil38,6%
- Publicidade por carros de somR$ 5 mil29,7%
- Materiais impressosR$ 2 mil14,2%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil8,4%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil9,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Paulo (João Paulo Barbosa Leal) disputou 6 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Boqueirão em 2008; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por PB: 17.214 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PB, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 524 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2008 (52% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 5 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Paulo Barbosa Leal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joao Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2006 e 2010, e vereador em Boqueirão (PB) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 524 de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil). Em 2008, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2006, R$ 5 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.