Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Duciomar Costa (Duciomar Gomes da Costa) disputou 9 eleições entre 1990 e 2014, para senador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Belém em 2008 e 2004; senador em 2002; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por PA: 1.041.516 votos. Na campanha de 2014 para senador por PA, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 145 mil de doações privadas (70 doadores), R$ 60 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 211 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil), pessoal (R$ 27 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão.
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Evolução da votação nas eleições
82.010 votos em 2014 (anulados) · 9 eleições
A votação de Duciomar Gomes da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 211 mil em receitas · R$ 211 mil em gastos contratados
Duciomar Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Belém (PA) em 2008, e senador por Pará em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 211 mil em receitas: R$ 145 mil de doações privadas (70 doadores), R$ 60 mil de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 211 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil) e pessoal (R$ 27 mil). Em 2008, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 211 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 211 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2014VOTOS ANULADOSInapto82.010GPA · 59 anos · Branca · Superior completo · PTB · nº 141 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998ELEITO37.350GPA · 43 anos · Superior completo · PSD · nº 41111 · ver resultado completo
Coligação: PPS / PSC / PSD / PV
Prefeito · 1996NÃO ELEITO7.811LBelém, Pará · 41 anos · Superior incompleto · Comerciario · PSD · nº 41 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994ELEITO10.001GPA · 39 anos · PP · nº 39113 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1990SUPLENTE3.213GPA · 35 anos · PDC · nº 17160 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.