Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ana Júlia (Ana Júlia de Vasconcelos Carepa) disputou 11 eleições entre 1994 e 2022, para deputada federal, governadora, prefeita, senadora, vereadora e vice-prefeita. Ela foi eleita 5 vezes: governadora em 2006; senadora em 2002; vereadora de Belém em 2000; vice-prefeita de Belém em 1996; deputada federal em 1994. A maior votação foi em 2006, para governadora por PA: 1.673.648 votos. Na campanha de 2022 para deputada federal por PA, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 985 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de outras campanhas, R$ 165 mil de doações privadas (44 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 316 mil), militância e mobilização de rua (R$ 235 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 133 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2018 e R$ 657 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
48.662 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Ana Júlia de Vasconcelos Carepa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalPrefeitoSenadorVereadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos
Ana Júlia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governadora por Pará em 2006 e 2010, e deputada federal por Pará em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 985 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de outras campanhas, R$ 165 mil de doações privadas (44 doadores) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 316 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 235 mil). Em 2018, R$ 1,3 milhão em gastos; em 2014, R$ 657 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 23% · pessoas menos de 1% · empresas 75% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 13 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1,9 milhão14,3%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 milhão7,7%
Transporte ou deslocamentoR$ 958 mil7,4%
Cessão ou locação de veículosR$ 939 mil7,2%
Outras 21 categoriasinclui R$ 1,5 milhão lançados como "diversas a especificar" e R$ 2,9 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 8,3 milhões63,4%
partido e outras campanhas 60% · pessoas 3% · empresas 36% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 5,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão32,2%
Materiais impressosR$ 1,2 milhão22,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 636 mil12,1%
Serviços de terceirosR$ 256 mil4,9%
Outras 23 categoriasinclui R$ 94 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,5 milhão28,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2018SUPLENTE54.058GPA · 61 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PC do B · nº 6565 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 1996ELEITO2º TURNO291.184LBelém, Pará · 39 anos · PT · nº 131 · 1º turno: 244.340 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA31.117GPA · 37 anos · Superior completo · Arquiteto · PT · nº 1310 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.