Wilson Kishi

Foto de Wilson Massahiro Kishi
Wilson Kishi
Wilson Massahiro Kishi (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSB
58 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Wilson Kishi (Wilson Massahiro Kishi) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cáceres em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MT: 10.792 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cáceres/MT, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 997). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 109 mil em 2010 e R$ 43 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

241 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Wilson Massahiro Kishi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 11 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Wilson Kishi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006, deputado federal por Mato Grosso em 2010, e vereador em Cáceres (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Em 2010, R$ 109 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 43 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 109 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cáceres (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 45% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil50,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil26,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 99716,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4006,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 510,8%
2010Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 5% · empresas 4% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 109 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 33 mil30,0%
  • PessoalR$ 13 mil11,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil11,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil9,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil37,4%
2006Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 43 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 57% · empresas 31% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil27,7%
  • PessoalR$ 11 mil26,7%
  • Encargos sociaisR$ 4 mil10,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil4,7%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 967 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil30,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892