Silval Barbosa

Foto de Silval da Cunha Barbosa
Silval Barbosa
Silval da Cunha Barbosa (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2010 · último partido PMDB
49 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Governador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Silval Barbosa (Silval da Cunha Barbosa) disputou 4 eleições entre 1998 e 2010, para governador, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: governador em 2010; vice-governador em 2006; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para governador por MT: 759.805 votos. Na campanha de 2010 para governador por MT, declarou R$ 21,3 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1,7 milhão de doações privadas (66 doadores), R$ 17,9 milhões de empresas e R$ 415 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 10,3 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 2,4 milhões) e cessão ou locação de veículos (R$ 1,2 milhão).

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Evolução da votação nas eleições

759.805 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições

A votação de Silval da Cunha Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 21,3 milhões em receitas · R$ 21,3 milhões em gastos contratados

Silval Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Mato Grosso em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 21,3 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 1,7 milhão de doações privadas (66 doadores), R$ 17,9 milhões de empresas e R$ 415 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 10,3 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 2,4 milhões).

Receitas em 2010R$ 21,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 21,3 milhõescontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Governador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21,3 milhões
66 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 8% · empresas 84% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 21,3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10,3 milhões48,5%
  • Materiais impressosR$ 2,4 milhões11,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1,2 milhão5,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 1,1 milhão5,4%
  • Outras 25 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 835 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 6,3 milhões29,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892