Pedro Satélite

Foto de Pedro Inacio Wiegert
Pedro Satélite
Pedro Inacio Wiegert (nome civil)
7 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PSD
67 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedro Satélite (Pedro Inacio Wiegert) disputou 7 eleições entre 1998 e 2022, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MT: 20.120 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MT, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 402 mil, principalmente com pessoal (R$ 70 mil), militância e mobilização de rua (R$ 67 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 65 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 422 mil em 2018 (46% com militância e mobilização de rua) e R$ 831 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

4.811 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Pedro Inacio Wiegert em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 407 mil em receitas · R$ 402 mil em gastos

Pedro Satélite declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006, 2010, 2014 e 2018, e deputado federal por Mato Grosso em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 402 mil, principalmente com pessoal (R$ 70 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 67 mil). Em 2018, 46% dos R$ 422 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 54% dos R$ 831 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 407 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 402 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 422 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 407 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 402 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 70 mil17,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 67 mil16,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 65 mil16,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 54 mil13,5%
  • Outras 10 categoriasR$ 146 mil36,3%
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 575 mil
21 doadores pessoas físicas
FEFC 9% · partido e outras campanhas 35% · pessoas 15% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 422 mil
pago: R$ 384 mil (91%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 195 mil46,3%
  • Materiais impressosR$ 90 mil21,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil9,9%
  • PessoalR$ 25 mil5,9%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 71 mil16,7%
2014Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 831 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 12% · empresas 27% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 831 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 445 mil53,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 112 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 92 mil11,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 67 mil8,0%
  • Outras 16 categoriasR$ 115 mil13,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 714 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 30% · empresas 4% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 714 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 461 mil64,6%
  • Materiais impressosR$ 76 mil10,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 74 mil10,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 57 mil7,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 47 mil6,5%
2006Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 265 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 21% · empresas 35% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 265 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 60 mil22,7%
  • PessoalR$ 58 mil21,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil11,7%
  • Materiais impressosR$ 26 mil9,8%
  • Outras 16 categoriasR$ 90 mil33,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892