- Publicidade por adesivosR$ 100 mil71,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil14,4%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 12 mil8,6%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil4,5%
- Outras 1 categoriaR$ 7700,6%
Segundo o Radar do Voto, Gilmar Fabris (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pelo Mato Grosso em 2026, com 15.541 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gilmar Fabris (Gilmar Donizete Fabris) disputou 9 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006 e 1994. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por MT: 30.419 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MT, declarou R$ 414 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 100 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 12 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2022 e R$ 516 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilmar Donizete Fabris em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gilmar Fabris declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2026, e deputado federal por Mato Grosso em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 414 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 100 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 20 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2022, R$ 1,3 milhão em gastos contratados; em 2018, 55% dos R$ 516 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.